17 novembro 2009

Restaurante em Nova Iorque - Parte 4



Para aqueles que são fãs de chocolate assim como eu, um restaurante imperdível em NYC é o Max Brenner - Chocolate by the Bald Man. Tudo o que eu comi e bebi lá é gostoso, mas o chocolate quente e as sobremesas são absolutamente imperdíveis!

Na minha última visita, como infelizmente a gente tem que começar o jantar pela comida e não pode pular direto para a sobremesa, comi o Salmão com vegetais enquanto a Luiza pediu o Penne Alfredo. Os dois pedidos foram na mosca, ficamos absolutamente satisfeitas. Já para a tão esperada sobremesa, fazer uma escolha se tornou um desafio. Acabamos pedindo um fondue de chocolate com morangos, marshmallows e outras guloseimas - grande o suficiente para duas pessoas - e marcamos de voltar no outro dia para saborear um bolinho de chocolate quente com sorvete chamado Ivory Heart (que lembra muito um petit gateau). Aqui não tenho certeza qual foi o mais gostoso, mas acho que o Ivory Heart ganha por pouco, muito pouco.

Além de tudo ser muito gostoso a apresentação da comida também é de encher os olhos, tanto que toda hora você se pega desejando o pedido da mesa ao lado. Sem contar nos copos de algumas bebidas e na louça do foundue, que você acaba não resistindo e comprando igual para levar pra casa. Eu mesma comprei o meu copo "drink me" na última viagem.

Os preço são bem razoáveis pela qualidade de tudo que é servido: os pratos principais custam uma média de U$ 16,00 e as sobremesas U$ 13,00 por pessoa. Para ter acesso ao menu completo e aos preços praticados é só consultar o site do restaurante.

A única coisa que eu não gosto muito nesse lugar é a demora para se conseguir uma mesa no jantar. A casa está sempre lotada e é normal esperar quase uma hora por um simples lugar para sentar. Infelizmente não é possível combater a espera com planejamento, já que eles não aceitam reservas para o jantar. Uma opção é aproveitar um passeio diurno pela Union Square e almoçar por lá, já que é um horário bem menos concorrido, ou ainda aproveitar as deliciosas opções de brunch, que são servidos nos finais de semana até às 16:00h.

Mas, ainda que você acabe esperando algum tempo por uma mesa, até chegar na sobremesa você já terá esquecido do sofrimento da espera e certamente estará planejando a próxima visita para provar outras delícias do cardápio.

Na hora de ir embora você ainda pode se divertir na lojinha da marca, que como não podia deixar de ser, tem chocolates maravilhosos e outras lembrancinhas para você levar pra casa - pena que eles não são muito baratos...

Pra deixar vocês com água na boca essas são as fotos do meu último almoço e sobremesa lá. Essas fotos foram tiradas em junho de 2010, na viagem com o Fre e com a Kátia, que também adoraram o lugar.



12 novembro 2009

Baladas Madrileñas


Fiz uma rápida pesquisa com uma amiga das baladas de Madrid. Fiquei com medo de de estar desatualizada! Mas descobri que alguma bons lugares que conheci há alguns anos atrás continuam em alta =)

O primeiro lugar que tenho que falar é o Teatro Kapital. É um lugar meio turístico, mas fiquei impressionadíssima com essa boate. São 07 andares para se perder por lá. Tem karaoke, cinema, e mais um monte de coisas para encher tanto espaço. Vale para conhecer. vídeo aqui

Depois tem o Dejate Besar! Muuito divertido, toca de tudo um pouco. Como dizem os madrileños, é local de gente pija (mauricinhos e patricinhas), mas para mim isso não é nenhum desabono ao local! Neste site tem até um videozinho da balada.

Parece que a moda da primavera este ano é uma nova baladinha chamada Mañana no Salgo. Segundo alguns comentários, tem muita gente bonita e bem vestida, boa música dos anos 80 e 90 e dose dupla até 0h30.

Uma que eu não conheço mas está super em alta por lá é a Shabay. Tem ainda a Pachá, que acho que ainda não saiu de moda.

Informações gerais:

Uma copa é o mesmo que um drink. Para eles, vodka com refrigerante equivale a uma copa, e custa o mesmo que uma vodka pura (se não me engano). Varia em cada boate e de acordo com a bebida, mas cada uma fica em torno de 10€.

As boates ficam boas mesmo perto de 03 horas da manhã. Uma dica é ir para balada no último metrô disponível (cerca de 1h30 da manhã) e voltar quando reabrir, às 06h.

Neste site e neste tem muitas dicas, vídeos, fotos, endereços e opiniões sobre as baladas e restaurantes de Madri.

09 novembro 2009

Kiwi Experience - Nova Zelândia

Queria lembrar mais detalhes dessa viagem maravilhosa que eu fiz pela Nova Zelândia para postar várias dicas por aqui, mas minha cabeça já é fraca para lembrar detalhes da viagem que eu fiz há 1 ano, imagina dessa que eu fiz há uns 8 anos!
Lembro que eu adorei cada minuto que eu passei no país e lembro também que o tempo foi curto, então só pude visitar a ilha do norte, apesar de todo mundo falar que a ilha do sul é bem mais interessante.
Optei pela ilha do norte pois minha passagem para Sydney tinha Auckland como uma das escalas, e depois de alguma negociação com a empresa aérea, consegui desmembrar minha passagem e fazer uma parada gratuita na volta em Auckland por alguns dias. Então, já fica a primeira dica, se for para a Austrália: tente dar essa paradinha na NZ sem ter que gastar com passagem e aproveite para fica mais tempo e visitar a ilha do sul também.
Pelo que eu tinha lido anteriormente o país era lindo, cheio de belezas naturais, com uma variedade enorme de esportes radicais para praticar e muitos lugares para conhecer. Como inicialmente eu estaria viajando sozinha por lá fui em busca de informações de uma excursão ou algo do gênero, já que eu sou mega perdida com mapas e direções. Assim, não ia dar muito certo eu ser uma viajante totalmente independente - necessito de um navegador! rsrsrs

Na agência de turismo me indicaram e eu acabei contratando uma empresa chamada Kiwi Experience , que tem um conceito muito legal: eles tem vários ônibus que passam por algumas rotas pré determinadas. Quase todos os dias têm um ônibus diferente da empresa passando pelas mesmas cidades, dessa forma você pode começar a viagem com uma rota fixa e determinar quanto tempo vai ficar em cada lugar, dependendo exclusivamente de você. Quando decidir que é hora de embora, se programa para o próximo ônibus. Cada cidade nova onde você chega o motorista te leva para conhecer os lugares e as atrações mais interessantes do local, além de sugerir vários passeios que podem ser comprados em separado.

Outro ponto positivo de se viajar pelo Kiwi Experience quando a grana é curta é que você não fica hospedado em hotéis. Quer dizer, pode até ficar se assim você preferir, mas o ônibus sempre para em um albergue. Quando eu fui você contratava com a empresa só o serviço de transporte e negociava e pagava o preço da hospedagem diretamente nos albergues, que custavam uma média de 25 doláres neozelandes (a taxa de conversão hoje é R$ 1,30 para cada dólar) a diária.

Com todas essa flexibilidade e hospedagem "alternativa" não resta dúvidas que a maioria dos passageiros do ônibus eram jovens viajando de mochila nas costas, o que tornou a viagem ainda mais interessante. Conheci várias pessoas com interesses iguais aos meus e de tudo que é lugar do mundo. Com essa quantidade de gente jovem é claro que sempre tinha um bar ou uma balada programada no final do dia, o que facilita ainda mais para fazer amizades.

Pelo conceito da excursão, já deu para entender que a bagagem ideal é uma mochila só com coisas básicas. Se não tiver outro jeito vai de mala mesmo, mas se prepara para carregar a mala por muitas escadas, já que a maioria dos albergues não tem elevador.

Os preços variam muito de acordo com o passe que você comprar. Para ter uma ideia é só consultar o site deles que tem uma tabela completa. Lembro que não era nada muito baratinho, mas em comparação as outras opções, na época foi a melhor opção custo x beneficio. Sem contar que assim pude conhecer várias cidades em menos tempo e ter muita companhia pra tudo. Adorei e recomendo!

03 novembro 2009

Dicas de São Paulo

Como por aqui anda chovendo de posts internacionais e pouquíssimas dicas tupiniquins, não podia deixar de falar sobre uma matéria que acabei de achar na internet.

Pelo segundo ano a Época criou um "guia" com o que há de melhor em São Paulo. São 110 categorias subdivididas em 08 blocos: Baladas, Bares, Beliscos, Consumo, Crianças, Diversão, Pets e Restaurantes.

Para quem vai a São Paulo, vale dar uma olhada!

PS: Estou meio sem inspiração hoje, copiei a ilustração do link acima =P

28 outubro 2009

Restaurante em Nova Iorque - Parte 3



A dica hoje não é bem de restaurante, mas é uma ótima opção de alimentação rápida, barata e saudável.

No Columbus Circle (60th com a Broadway) - que é um shopping center bem pequenininho e cheio de lojas caras - tem um supermercado muito bom, principalmente se você estiver procurando produtos orgânicos.

Nesse mercado, tem uma sessão grande de comida pronta: quatro ilhas de self-service com opções de saladas, comfort food (arroz, carne, purê de batatas, coisas desse gênero), comida indiana (se não me engano) e sobremesa. Além desse self-service, tem um balcão de sushi sendo feito na hora e onde você pode pegar as bandejas prontas ou pedir para eles fazerem o sabor que você quiser (eu sempre peço pra fazer salmão com cream cheese) , e também um balcão de pizza que você compra por pedaço.

A comida é bem gostosa e o preço super justo. Não lembro o valor por peso, mas lembro que uma bandejinha de sushi com uns 12 rolls ficava em média por U$ 9,00. Outra grande vantagem é que depois de um tempo nos EUA você começa a sentir falta de comida "normal": arroz, frango, salada, etc... Lá você encontra tudo isso.

Ainda dentro do mercado, depois que você passa pelo caixa onde a comida é pesada e paga (o mesmo usado por quem está apenas fazendo compras), tem várias mesas grandes onde se pode sentar e fazer sua refeição com tranquilidade. Outra opção, se tiver um belo dia de sol, é levar para viagem e fazer um picknick no Central Park, que tem um entrada em frente ao Columbus. Essa não é a opção mais confortável, mas com certeza é inesquecível.

Tirei uma foto do meu prato em um dos almoços lá nessa última viagem. A família adorou o restaurante do Whole Foods, esse era o "kilo" preferido dos meninos.

Esse é um prato para nutricionista nenhuma botar defeito, fast food ficou para outro dia = D


25 outubro 2009

Lojas de roupas femininas

A maioria das pessoas que vai para os EUA começa a pensar nas compras que vai fazer no momento que fecha a viagem. Eu faço milhões de listas mentais e algumas impressas e quando chego lá ainda consigo superar as expectativas. rsrsrsr Além dos outlets, tem algumas lojas onde eu sempre vou em busca de pechinchas. Já tem um tempo que eu quero falar aqui especificamente de duas lojas, tipo fast fashion, que eu gosto muito nos EUA: H&M (se não me engano ela é Sueca) e Forever 21.

O preço e o estilo delas lembra um pouco de lojas como C&A e a Renner. Nelas sempre achamos várias peças do estilo do momento- algumas cópias descaradas de grandes marcas- , uma variedade incrível com um preço super amigo. Claro que pelo preço que se paga não dá para esperar produtos de super qualidade, mas também nunca comprei nenhuma porcaria que estragou na primeira lavagem.

Outro ponto principal nessas lojas de pechinchas é sorte e paciência. Algumas vezes você vai até lá e não acha nada, outras vezes você gosta de tanta coisa que tem que começar a fazer escolhas. Para ter ideia do estilo das lojas e se vale à pena separar um tempinho pra elas, visite os sites das marcas: http://www.forever21.com/ e http://www.hm.com/us.

A Forever 21 - como o próprio nome já deixa claro - é uma loja mais jovem, muito colorida, com vestidos em geral mais curtinhos e cheia de acessórios bacanas. A H&M é uma loja mais completa, com coleção feminina, masculina e infantil. Também é bem jovem, mas com alguma sorte você encontra algumas coisas mais formais, que dá para usar para trabalhar. Pra quem é mais descolada outra loja bacana dos EUA é a Urban Outffitters. É um misto de loja de roupas moderninhas e objetos de decoração. Ela não é tão barata quanto as outras, mas o preço das peças dificilmente ultrapassa a casa dos dois dígitos.

A minha Forever21 preferida em NYC é a da Times Square, a loja é imensa! Quem puder se programar para passar por lá no começo ou final do dia recomendo, já que nesses horários a loja vai estar mais vazia.

Então, para quem está com tempo e paciência e procurando mais por variedade que qualidade, não deixem de visitar essas lojas - os preços são tentadores.

21 outubro 2009

Montaditos

Como o Daniel e a Livia viajam para a Espanha no fim do ano, os outros leitores do blog que me desculpem (será que eles existem?), mas vão haver enxurradas de posts sobre aqueles lados. Saber que alguém vai viajar e desfrutar das dicas é sempre o maior incentivo para escrevermos aqui!


Para todo lugar que se gasta em euro, algumas dicas baratas são sempre muuuito bem vindas, e essa é ótima! Em Madrid tem vários restaurantes de "montaditos", que são mini-sanduíches dos mais diversos sabores.

Um dos meus lugares preferidos para esse tipo de comida era o La Montadería, que fica perto de várias estações de metrô. Neste site tem um mapa, algunus itens de cardápio e várias fotos do local. Não se enganem com as fotos, os montaditos são bem menores do que parecem.

Nessa região tem a Calle Serrano, que é a típica rua de lojas chiques que tem em toda cidade. Não tão longe fica a Puerta de Alcalá, ponto turístico da cidade. Da para passear bastante por perto e depois sentar para comer bastante com um bom vinho da casa!

Outro lugar para comer montaditos bem conhecida é na rede 100 Montaditos. Tem em todo lugar e nas quartas feiras tem uma super promoção: cada montadito, cerveja ou taça de vinho custa 1€.
Podem trazer um de salmão defumado com cream cheese pra mim??

18 outubro 2009

Estátua da Liberdade

A maioria das pessoas que vista Nova Iorque tem como programa essencial uma visita a Estátua da Liberdade. Não sei bem por que, a ideia dessa visita nunca me atraiu. Mas quando me falaram que havia uma alternativa gratuita e sem filas para passar perto da estátua e tirar fotos desse ícone, não pensei duas vezes.

A opção de ver a estátua de graça é pegar um barco (ferry) para Staten Island. A viagem dura aproximadamente 50 minutos (25 para ida, 25 para volta) e tem ferry saindo pelo menos a cada meia hora.

Para consultar os horários acesse o site: http://www.nyc.gov/html/dot/dowloads/pdf/siferrysched07.pdf .

A viagem entre Manhattan e Staten Island é super agradável e além de passar pertinho pela estátua você vai usufruir de uma vista linda de Nova Iorque. O trajeto é curto e chegando a Staten Island você tem que obrigatoriamente descer do ferry. Lá você pode optar por dar um passeio por Staten Island (nunca vi nada interessante lá) ou reembarcar novamente no mesmo ferry que você foi, aproveitando mais uma vez para apreciar a paisagem e tirar várias fotos.

Se você for de metrô para o porto de embarque do ferry você tem algumas opções de estação para descer, dependendo em qual trem (cor e número) que você está: vermelho 1 - descer na estação "South Ferry"; amarelo N, R ou W - descer na estação "Withehall Strett"; verde 4 ou 5 - descer na estação "Bowling Green". De qualquer uma dessas estações você caminha um pouquinho e já estará no porto. Na volta aproveite para caminhar até Wall Street, ao World Trade Center e a ponte do Brookling que ficam relativamente próximos.

Mas se só passar pela estátua não matar sua curiosidade, tem a outra opção de um ferry pago, que te leva até o pé da estátua e, se tiver com sorte, ainda vai poder subir na coroa. Quer dizer, aqui não é muito uma questão de sorte, é questão de planejamento! O número de ingressos para visitas diárias é limitado e o acesso a coroa e todos os seus 354 degraus é ainda mais limitado. Então faça as reservas com antecedência nesse site: http://www.statuecruises.com/ferry-service/, assim você garante seu ingresso e ainda economiza algum tempo de fila.

O valor dos ingressos não é nada muito caro: U$ 12 para adultos; U$ 10 para idosos; U$ 5,00 para crianças + um adicional, se for o caso, de U$ 3,00 para o acesso à coroa.

Lembrando que em dias frios você tem que ir ainda mais preparado, já que o vento no barco congela a gente.

16 outubro 2009

Bali


Acho que nem de longe eu sou a pessoa ideal para dar dicas de Bali . Primeiro por que eu já fui há algum tempo e segundo que eu não tenho o perfil dos visitantes de lá - grande parte surfista que veneram as ondas e as praias do local - mas acho que ainda sim vale à pena dividir algumas impressões que eu tive da ilha. Assim quem tiver o perfil parecido com o meu já sabe o que esperar (lembrando que tudo pode estar muito diferente já que faz 8 anos que eu estive por aquelas bandas).
A minha primeira impressão da cidade não foi das melhores. O trânsito é super confuso - lotado de motocas carregadas de gente que não respeitam nem a mão da pista - muita sujeira e esgoto a céu aberto, o que reflete a pobreza - um pouco maquiada no caso de Bali - do país. Para compensar, várias praias, lugares lindos e templos de tirar o fôlego que te fazem - por um breve momento - esquecer os defeitos do lugar.
Acredito que Bali seja a cidade da Indonésia que mais recebe turistas. Muitos europeus, americanos e em grande parte australianos (devido a proximidade dos países). Então, a maioria da população pelo menos arranha um inglês e nos hotéis e melhores restaurantes todo mundo domina o idioma.
Quando eu fui, comprei um pacote na Austrália, então já cheguei com o hotel pago. Lembro que na época o pacote de uma semana com passagem, hospedagem em quarto quadruplo e transfer hotel-aeroporto, me custou por volta de R$ 1.000. Uma grande vantagem de Bali é que é tudo muito barato (pelo menos era!). A moeda local é super desvalorizada, então com alguns dólares você faz uma festa. Só tinha uma coisa que a gente não achava barata: bebida alcoólica.

Antes da gente viajar, o funcionário da agência de turismo nos fez algumas recomendações importantes sobre o lugar e outras, infelizmente, a gente teve que aprender na pele:

- A água encanada de lá não é nem um pouco confiável, então use água mineral engarrafada até para escovar os dentes;

- Principalmente por causa da água, tome muito cuidado onde você vai fazer suas refeições. Se não for um lugar equipado com água filtrada pra tudo, inclusive para fabricar gelo, a chance de você passar mal por causa da comida é enorme. Mesmo prestando muita atenção, TODAS as meninas que viajaram comigo ficaram dois dias sem conseguir sair do hotel do tanto que elas passaram mal - só eu me salvei. Pelos sintomas, parecia que todo mundo estava com rotavírus - talvez por isso eu fiquei com o pé atrás com o lugar;

- Nunca faça câmbio na rua! Sempre vai ter um espertinho tentando tirar vantagem de você. Em muitos casos eles oferecem até um câmbio favorável, mas na hora de contar o dinheiro na sua frente sempre vão tentar te enganar. Olha que a minha companheira de viagem era carioca, metida a esperta, e mesmo prestando atenção em todos os movimentos do cara ele ainda assim deu o tombo nela. Acabou que no final resolvemos, mas foi uma tensão desnecessária. Então, troque dinheiro nos hotéis ou nos bancos.

- Sempre negocie previamente com o taxista o valor da viagem, caso contrário ele vai te explorar muito na hora de cobrar pela corrida. A gente dava prioridade a taxista conhecido do povo do hotel e que tinha taxímetro no carro e ainda assim tinha que pedir para ligar o taxímetro (!!!) e prestar atenção o tempo todo. Nunca fui em um lugar onde tanta gente tenta se dar bem em cima do turista, acho que nem no Rio e em Salvador onde eles adoram explorar um gringo o problema é tão latente.

- Em Bali você vai encontrar muito artesanato bonito e muito barato. Bem como várias bolsas, sapatos e roupas bordados a mão que chamam a atenção pela beleza e pelo preço baixo. Mas negocie o preço de tudo - se não você vai ser explorado - e tente não se mostrar muito interessado por nada a não ser que pretenda levar, se não os vendedores colam em você e em alguns casos vão te seguindo até longe da loja abaixando o preço para te convencer a comprar.

Lembro que uma vez chegamos a uma praia das mais escondidas e juntou umas 5 mulheres tentando vender canga pra gente. Enquanto não apareceu outro grupo de turistas elas ficam sentadas do nosso lado insistindo pra gente comprar alguma coisa, apesar da gente já ter deixado claro no primeiro instante que não tínhamos o menor interesse. Imagina se a gente tivesse demostrado vontade de comprar!?

- Para passeios para praias mais afastadas e para os vulcões, por exemplo, contrate um motorista com uma van para levar e ficar a disposição de vocês. Com uma negociação prévia o preço fica ótimo. Tente fazer uma pesquisa de empresas que preste esse serviço e já sair daqui com os contatos, mas se não tiver muito êxito, peça indicação do pessoal do hotel.

- Nunca ceda à curiosidade e à chance de aproveitar a distância de casa para aproveitar e experimentar alguma droga. A punição para esse crime na Indonésia é super pesada e em muitos casos, a própria pessoa que te vende a droga é quem em seguida te entrega para a polícia.
Essa dica quem deu pra gente foi um Italiano dono de uma pizzaria onde a gente comeu algumas vezes durante a nossa hospedagem. Ele alertou que a punição para qualquer crime na Indonésia é bastante pesada e em alguns caso cruéis, então pense 1000 vezes antes de fazer alguma bobagem.

De resto, se programe com antecedência para conhecer alguns lugares maravilhosos por lá. Lembro que fiquei surpreendida com a riqueza arquitetônica dos muitos templos de adoração espalhados pela cidade, bem como com a beleza das paisagens naturais e das plantações de arroz. Amei o mar calminho do lugar, parece que a gente está numa lagoa, já que as ondas quebram " no meio" do mar, dificilmente chegam até a beira d'água.

Outra coisa interessante dessa viagem é conviver com uma cultura tão distante da nossa, com costumes a primeira vista tão estranhos e ao mesmo tempo tão ricos, como uma adoração aos deuses que é visível em todos os cantos com oferendas colocadas religiosamente (não resisti ao trocadilho) para eles. Sem contar o contato com um povo amistoso que, apesar da tentativa constante de se dar bem, sabe a importância do turista para a economia da ilha.

Essa foi certamente a viagem onde eu conheci um mundo mais diferente do meu: a cultura, os costumes, o povo, a religião é diversa do que estamos acostumados, mas devido a quantidade de turistas no local eles convivem bem com a nossa cultura e comportamento ocidentalizado e tentam receber bem o turista e fazer com que ele se sinta à vontade da melhor forma possível. Então, vá com a cabeça aberta e disposto a experimentar novas experiências.

13 outubro 2009

Hop Stop

Recebi a dica de um site que facilita muito a vida de quem usa transporte público em viagens. É o "Hop Stop" : http://www.hopstop.com/. Nele colocando o endereço ou alguma característica importante da origem e destino do local aparece qual metrô, por exemplo, você tem que pegar para sair do seu hotel e ir jantar no TAO em NY.

Além da indicação de qual linha de metrô pegar o site também te oferece um vídeo da saída do metrô, assim você visualiza exatamente qual saída e direção que tem que pegar para caminhar da saída do trem até o seu destino.

Outra ferramenta super legal do site é calcular o valor estimado da corrida de táxi para o trajeto que você especificar. Assim, já dá para tem uma ideia de quanto a viagem vai te custar. Isso é extremamente útil, principalmente para saber previamente quanto será o transfer aeroporto/hotel, a primeira grande insegurança do viajante no quesito transporte.

O Hop Stop tem dados de Nova Iorque, São Francisco, Chicago, Boston, Washington D.C, Londres, Paris, entre outros. Para completar ainda tem aplicativo para o Iphone, assim a informação vai estar sempre a mão.

Adorei o site! Não vejo a hora de eu ter planos de viagens para brincar um pouquinho de simular passeios reais nele, pois devo confessar que já fiz vários virtuais. rsrsrs